Compre Carbamazepine em comprimidos na farmácia online

| Nome do produto | Carbamazepina |
| Dosagem | 200 mg, 400 mg (liberação imediata e controlada); suspensão oral 100 mg/5 mL |
| Princípio ativo | Carbamazepina |
| Forma | Comprimidos orais; comprimidos de liberação controlada; suspensão oral |
| Descrição | Antiepiléptico indicado para epilepsia (crises parciais e tônico-clônicas), neuralgia do trigêmeo e episódios de mania no transtorno bipolar. Uso sob orientação médica. |
| Como comprar | Farmácia online com entrega em todo o Brasil |
A carbamazepina é um medicamento clássico no tratamento de determinadas condições neurológicas e psiquiátricas e está amplamente disponível no Brasil. Regulamentada pela Anvisa, pode ser encontrada em comprimidos de 200 mg e 400 mg, nas versões de liberação imediata (IR) e liberação controlada (CR), além de suspensão oral (geralmente 100 mg/5 mL) para facilitar o uso em crianças ou pessoas com dificuldade de deglutição.
Este fármaco é distribuído em todo o território nacional por fabricantes de referência e por diversas empresas de genéricos. Em nossa plataforma, você encontra Carbamazepine com praticidade, informação confiável e suporte de atendimento. Embora a carbamazepina costume exigir prescrição médica no Brasil, oferecemos conteúdo educativo sobre uso responsável e orientamos que qualquer início, ajuste de dose ou troca de formulação seja feito em conjunto com o seu médico.
Referência no mercado brasileiro por décadas, a carbamazepina também é conhecida por marcas tradicionais. Os genéricos aprovados pela Anvisa apresentam equivalência terapêutica em relação ao medicamento de referência, o que significa que atendem aos mesmos padrões de qualidade, eficácia e segurança. Isso permite ao paciente opções mais acessíveis, mantendo os resultados clínicos esperados quando utilizados corretamente.
Preço da carbamazepina no Brasil
O valor de Carbamazepine pode variar de acordo com diversos fatores: dosagem (200 mg ou 400 mg), tipo de formulação (IR ou CR), laboratório fabricante, modalidade de compra (caixas com diferentes quantidades) e a região do país. Em geral, as versões genéricas possuem custo mais atrativo quando comparadas ao medicamento de referência, trazendo economia especialmente para tratamentos crônicos.
Outra forma de economizar é optar por embalagens com maior quantidade de comprimidos, quando houver recomendação clínica de uso prolongado. A compra recorrente de uma mesma apresentação costuma representar melhor custo por unidade. Em nossa farmácia online, é possível consultar as diferentes opções e verificar a relação de custo-benefício de acordo com seu plano terapêutico prescrito.
No Brasil, a carbamazepina está disponível em farmácias físicas e online de norte a sul, com entrega em capitais e cidades do interior. Em nossa loja, trabalhamos com múltiplos métodos de pagamento usados no país, como cartão, boleto bancário e Pix, e priorizamos a postagem ágil e comunicação transparente. Lembre-se: mantenha a receita médica atualizada quando necessária e, em caso de dúvidas, entre em contato com nosso atendimento ou com seu prescritor.
Os preços podem ter variações de acordo com política tributária local, frete e promoções sazonais. Antes de finalizar seu pedido, confira sempre as condições vigentes no carrinho, verifique a forma de envio e mantenha seus dados de entrega atualizados para garantir o recebimento dentro do prazo.
Onde comprar carbamazepina no Brasil?
Se você precisa adquirir Carbamazepine com comodidade, a compra em farmácia online é uma alternativa prática. Aqui, você pode comparar apresentações, conferir informações de segurança e solicitar entrega no endereço desejado. Nossa equipe está preparada para esclarecer dúvidas frequentes sobre posologia, interações e cuidados, além de orientar sobre o uso responsável do medicamento.
Atuamos com fornecedores que atendem às exigências regulatórias brasileiras, o que garante a procedência dos produtos e a qualidade do armazenamento e transporte. Oferecemos uma experiência de navegação pensada para o usuário, com informações claras e objetivas, além de suporte durante todo o processo de compra. Caso a sua terapia requeira prescrição, mantenha a receita em mãos e verifique os requisitos no momento da finalização.
Seja em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Fortaleza, Recife, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Goiânia ou em qualquer outra cidade, você pode contar com nosso serviço para receber Carbamazepine com segurança e discrição. Consulte as condições de frete para sua localidade e programe suas compras para não interromper o tratamento.
Carbamazepina Brasil
Como solicitar Carbamazepine de forma simples? Selecione a dosagem (200 mg ou 400 mg), escolha a forma (IR, CR ou suspensão oral) conforme a orientação do seu médico e finalize o pedido pelo site do nosso parceiro. O envio é realizado para todo o Brasil, e você acompanha o status por e-mail. Em caso de dúvidas sobre a apresentação indicada, fale com a nossa equipe de atendimento ou consulte seu prescritor.
O que é a carbamazepina?
A carbamazepina é um anticonvulsivante e estabilizador de humor da classe dos bloqueadores dos canais de sódio dependentes de voltagem. Atua reduzindo a excitabilidade neuronal excessiva no sistema nervoso central, o que ajuda a prevenir descargas elétricas anormais associadas às crises epilépticas. Além de seu papel na epilepsia, é amplamente utilizada no manejo da neuralgia do trigêmeo e em episódios de mania no transtorno afetivo bipolar, de acordo com diretrizes e avaliação médica individualizada.
Desde sua introdução clínica, tornou-se uma das opções de primeira linha em diversas diretrizes internacionais para crises parciais (com ou sem generalização secundária) e para dor neuropática específica, como a causada pela neuralgia do trigêmeo. Para o transtorno bipolar, a carbamazepina pode ser alternativa ou adjuvante em relação a outros estabilizadores de humor, especialmente em alguns perfis de pacientes.
Disponível em comprimidos de liberação imediata e controlada, além de suspensão oral, Carbamazepine permite ajustar a posologia à rotina do paciente, favorecendo adesão e controle sintomático. Entretanto, por se tratar de um fármaco com potencial de interações e reações adversas importantes, seu uso deve sempre ser monitorado por profissional de saúde.
Para que serve e quem pode se beneficiar
A carbamazepina é indicada principalmente para:
- Epilepsia: crises parciais (focais) com ou sem generalização; crises tônico-clônicas generalizadas.
- Neuralgia do trigêmeo: alívio da dor neuropática típica associada à desordem.
- Transtorno afetivo bipolar: manejo de episódios de mania e manutenção em casos selecionados, conforme orientação psiquiátrica.
Em situações específicas, o médico pode considerar seu uso para outras condições de dor neuropática refratária, sempre avaliando riscos e benefícios. A decisão terapêutica leva em conta histórico clínico, comorbidades (por exemplo, doenças hepáticas, renais ou hematológicas), uso de outros medicamentos e preferências do paciente. Crianças, adultos e idosos podem utilizar Carbamazepine, desde que obedecidos os ajustes e monitorizações correspondentes.
É importante destacar que a carbamazepina não é indicada para crises de ausência (pequeno mal) e pode, inclusive, agravá-las. Por isso, o diagnóstico preciso do tipo de crise epiléptica é fundamental para a escolha do tratamento correto.
Mecanismo de ação
Carbamazepine atua bloqueando canais de sódio dependentes de voltagem em neurônios hiperexcitáveis. Ao estabilizar o potencial de membrana e reduzir as descargas repetitivas, diminui a probabilidade de eventos elétricos anormais no cérebro que culminam em crises. Esse efeito anticonvulsivante é a base de sua eficácia na epilepsia focal e em crises tônico-clônicas.
Além do bloqueio de sódio, há evidências de modulação indireta sobre neurotransmissores excitatórios (como o glutamato) e sobre circuitos neuronais relacionados à dor neuropática. Em alguns pacientes, pode interferir na secreção do hormônio antidiurético (ADH), favorecendo a retenção hídrica e a hiponatremia, especialmente em idosos ou na presença de comorbidades, o que justifica monitorização periódica do sódio sérico.
Do ponto de vista farmacocinético, a carbamazepina sofre autoindução enzimática (principalmente CYP3A4): após alguns dias ou semanas, aumenta seu próprio metabolismo, o que pode reduzir as concentrações plasmáticas e exigir ajustes de dose. Seu principal metabólito ativo é a carbamazepina-10,11-epóxido, que também contribui para os efeitos terapêuticos e adversos.
Apresentações e formas farmacêuticas
No Brasil, Carbamazepine está disponível em:
- Comprimidos de liberação imediata (IR): usualmente 200 mg e 400 mg.
- Comprimidos de liberação controlada (CR): 200 mg e 400 mg, favorecendo concentrações plasmáticas mais estáveis e posologia com intervalos maiores.
- Suspensão oral: frequentemente 100 mg/5 mL, útil para crianças e pacientes com dificuldade de deglutição ou necessidade de ajustes finos de dose.
A seleção entre IR e CR depende da resposta clínica, tolerabilidade e conveniência. Comprimidos CR não devem ser partidos, esmagados ou mastigados, salvo indicação expressa do fabricante. Já a suspensão requer agitação suave antes do uso e uso de seringa dosadora para maior precisão. Siga sempre as orientações da bula e do seu médico.
Posologia: como tomar a carbamazepina
A dose deve ser individualizada. Em adultos, inicia-se com doses baixas e aumenta-se gradualmente, monitorando eficácia e tolerabilidade. Exemplos usuais (orientativos; siga a prescrição):
- Epilepsia (adultos): iniciar com 100–200 mg 1–2 vezes ao dia, aumentando de 100–200 mg/dia a cada poucos dias até controle das crises. Dose de manutenção frequentemente entre 800–1200 mg/dia, dividida em 2–3 tomadas. Doses máximas variam por diretriz, raramente ultrapassando 1600–2000 mg/dia.
- Neuralgia do trigêmeo (adultos): iniciar com 100 mg 2 vezes ao dia, aumentando gradualmente em incrementos de 100–200 mg/dia até alívio da dor. Doses típicas de manutenção: 400–800 mg/dia em 2–3 tomadas.
- Transtorno bipolar – mania (adultos): comumente 200 mg 2–3 vezes ao dia, titulando conforme resposta clínica. A monitorização de efeitos adversos e interações é essencial.
- Pediatria: o médico costuma calcular por peso (mg/kg/dia), dividindo em 2–3 tomadas. A suspensão oral facilita ajustes finos.
Recomenda-se administrar com alimento para reduzir efeitos gastrointestinais e tontura. Tome sempre nos mesmos horários. Não interrompa abruptamente sem orientação médica, pois isso pode precipitar crises ou piora dos sintomas.
Ajustes em populações especiais
Idosos: maior sensibilidade a efeitos adversos (tontura, sonolência, hiponatremia). Iniciar com doses mais baixas e titular lentamente.
Comprometimento hepático: usar com cautela, preferir doses menores e monitorar enzimas hepáticas. Em insuficiência hepática grave, pode ser necessário evitar ou trocar o fármaco.
Comprometimento renal: geralmente não exige grande ajuste, mas monitorar sódio e estado de hidratação. A hiponatremia é mais comum em perfis de risco.
Dicas de uso correto
Engula os comprimidos com água. Não parta comprimidos de liberação controlada, a menos que a bula permita. Meça a suspensão com seringa dosadora. Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar, a menos que esteja perto do horário da próxima; não dobre a dose. Evite álcool, que pode potencializar sonolência e tontura.
Efeitos colaterais
Como todo medicamento, Carbamazepine pode causar reações adversas, variando de leves e transitórias a raras e graves. Os eventos mais comuns incluem tontura, sonolência, visão dupla, incoordenação motora (ataxia), náuseas, vômitos, constipação, boca seca e fadiga. Muitas dessas reações melhoram com o uso continuado ou após ajuste de dose.
Eventos importantes a monitorar incluem:
- Hematológicos: raramente, agranulocitose e anemia aplástica. Sinais de alerta: febre, dor de garganta, infecções recorrentes, sangramentos ou hematomas fáceis.
- Cutâneos: exantemas e, raramente, reações graves como síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (NET). Procure atendimento diante de erupções cutâneas graves, bolhas, febre ou descamação da pele.
- Hepáticos: elevação de enzimas hepáticas, icterícia, hepatite medicamentosa. Atenção se houver urina escura, pele amarelada, dor no quadrante superior direito.
- Endócrino-metabólicos: hiponatremia (muitas vezes por SIADH), com sintomas como confusão, cefaleia, náusea, cãibras, sonolência excessiva e, em casos severos, convulsões.
- Neurológicos: sedação, tontura, diplopia, ataxia; raramente, discinesias ou tremor.
- Hipersensibilidade sistêmica (DRESS): febre, rash, aumento de gânglios, alterações hepáticas/hematológicas. Requer avaliação urgente.
Alguns grupos étnicos apresentam maior risco de SJS/NET associado ao alelo HLA-B*1502. Embora mais descrito em populações do leste/sudeste asiático, o Brasil possui miscigenação importante; quando clinicamente pertinente, o médico pode considerar triagem genética antes do início.
Sinais de alerta: quando procurar ajuda
Procure atendimento médico imediato se apresentar: febre alta, dor de garganta persistente, manchas ou bolhas na pele, icterícia, confusão mental, convulsões novas ou piora importante do equilíbrio/visão, sangramentos inesperados ou falta de ar.
Efeitos por sistemas
SNC: tontura, sonolência, ataxia, visão dupla, cefaleia. Ajustes de dose e formulações CR podem reduzir picos de concentração e minimizar sintomas.
Gastrointestinais: náusea, vômitos, constipação. Tomar com alimentos pode ajudar.
Dermatológicos: rash leve a grave; suspenda o uso e procure avaliação médica diante de sinais de gravidade.
Hematológicos: desde leves alterações até agranulocitose; exames periódicos recomendados.
Hepáticos: aumentos transitórios de transaminases até hepatite medicamentosa rara; monitorar LFTs.
Hidroeletrolíticos: hiponatremia, mais frequente em idosos ou com uso de diuréticos tiazídicos; monitorar sódio.
Notificação de efeitos adversos
Se notar qualquer evento adverso, comunique seu médico ou farmacêutico. Em casos graves, procure um serviço de urgência. Também é possível relatar eventos a sistemas de farmacovigilância conforme orientação local.
Interações medicamentosas
Carbamazepine é substrato e indutor de enzimas hepáticas (especialmente CYP3A4) e pode interagir com diversos medicamentos, alterando níveis séricos e efeitos clínicos. Informe ao seu médico e farmacêutico todos os remédios, vitaminas ou fitoterápicos que utiliza. Exemplos relevantes:
- Inibidores potentes de CYP3A4 (podem aumentar níveis de carbamazepina): alguns macrolídeos (ex.: eritromicina, claritromicina), antifúngicos azóis (ex.: cetoconazol, itraconazol, voriconazol), verapamil, diltiazem, cimetidina, suco de grapefruit.
- Indutores de CYP3A4 (podem reduzir níveis): rifampicina, fenitoína, fenobarbital, primidona, erva-de-São-João (Hypericum perforatum).
- Anticoagulantes e antiplaquetários: varfarina (pode ter efeito reduzido por indução enzimática); monitorar INR. Interações com DOACs devem ser avaliadas caso a caso.
- Anticoncepcionais hormonais: eficácia reduzida; considerar método contraceptivo adicional não hormonal.
- Antirretrovirais e imunossupressores: interações diversas; exige ajuste e monitorização específicos.
- Neurolépticos/antidepressivos: níveis e efeitos podem ser alterados; atenção especial a clozapina (risco hematológico) e a alguns ISRS/IRSN.
- Antiepilépticos (lamotrigina, ácido valproico, entre outros): interações bidirecionais possíveis; acompanhar concentrações clínicas e sinais de toxicidade.
- MAOIs (inibidores da monoamina oxidase): contraindicado o uso concomitante; respeitar intervalo mínimo de 14 dias entre as terapias.
- Álcool e depressores do SNC: potencializam sedação e tontura.
Esta lista não é exaustiva. Mantenha sempre um registro atualizado dos seus medicamentos e compartilhe com profissionais de saúde. Ajustes de dose e monitorização laboratorial podem ser necessários para evitar perda de eficácia ou efeitos adversos.
Gravidez e amamentação
O uso de Carbamazepine na gestação requer avaliação criteriosa de risco-benefício. Antiepilépticos estão associados a maior risco de malformações congênitas, incluindo defeitos do tubo neural. Para mulheres em idade fértil, recomenda-se planejamento reprodutivo, uso de ácido fólico (geralmente em doses mais altas antes da concepção e no primeiro trimestre, conforme orientação médica) e discussão prévia sobre alternativas terapêuticas.
Em muitos casos, manter o controle das crises epilépticas durante a gestação é essencial para a segurança materno-fetal; por isso, a decisão de manter ou ajustar a carbamazepina deve ser tomada em conjunto com neurologista e obstetra. Se você engravidar durante o tratamento, não interrompa por conta própria; procure seu médico imediatamente.
Durante a amamentação, pequenas quantidades de carbamazepina e de seu metabólito podem passar para o leite materno. Em geral, é considerada compatível com aleitamento quando bem indicada, com monitorização clínica do lactente (sonolência excessiva, alimentação pobre ou irritabilidade). Discuta sempre com o pediatra e o prescritor.
Contracepção
Como indutor enzimático, Carbamazepine pode reduzir a eficácia de contraceptivos hormonais. Utilize métodos não hormonais adicionais (por exemplo, preservativos) e converse com seu ginecologista sobre opções de contracepção apropriadas enquanto estiver em uso de carbamazepina.
Monitorização e exames
Antes de iniciar Carbamazepine, e periodicamente durante o tratamento, é recomendável realizar:
- Hemograma completo (avaliação de leucócitos e plaquetas).
- Função hepática (ALT, AST, FA, bilirrubinas).
- Eletrólitos, com atenção ao sódio sérico.
- Avaliação clínica de sintomas neurológicos, cutâneos e gastrointestinais.
Em alguns casos, o médico pode solicitar dosagens plasmáticas de carbamazepina para auxiliar no ajuste de dose e manejo de interações. Pacientes com maior risco para SJS/NET podem se beneficiar de discussão sobre testes genéticos (ex.: HLA-B*1502) quando aplicável.
Contraindicações e precauções
Carbamazepine é contraindicado em casos de hipersensibilidade conhecida à carbamazepina ou a antidepressivos tricíclicos, assim como em bloqueio átrio-ventricular de alto grau, história de depressão de medula óssea e uso concomitante de MAOIs (com necessidade de intervalo mínimo de 14 dias). Use com cautela em:
- Doença hepática prévia.
- Histórico de reações cutâneas graves a antiepilépticos.
- Idosos (maior risco de hiponatremia, quedas e sedação).
- Pacientes com risco de glaucoma (secundário a efeitos anticolinérgicos leves).
- Doenças hematológicas preexistentes.
Evite dirigir e operar máquinas até saber como o medicamento afeta você. Álcool e outros depressores do SNC podem potencializar efeitos de tontura e sonolência.
Superdosagem: o que fazer
Sinais de superdosagem incluem náuseas intensas, vômitos, sonolência marcada, confusão, agitação, convulsões, arritmias, hipotensão, depressão respiratória e coma. Procure atendimento de emergência imediatamente e leve a embalagem/bula consigo. O tratamento é de suporte, com monitorização cardiorrespiratória e de eletrólitos. O carvão ativado pode ser considerado em situações específicas sob orientação médica.
Armazenamento e orientações práticas
Conserve Carbamazepine em local seco, fresco e protegido da luz, fora do alcance de crianças e animais. Não utilize após a data de validade. Para a suspensão oral, agite suavemente antes do uso e não congele. Durante viagens, transporte na embalagem original, juntamente com sua prescrição e um resumo do tratamento, se possível.
Se precisar ajustar a dose, siga um plano de titulação proposto pelo seu médico. Não altere formulações (por exemplo, de IR para CR) sem orientação, pois isso pode exigir mudanças no esquema posológico. Em tratamentos de longo prazo, faça consultas regulares para revisão de eficácia, efeitos adversos e interações.
Perguntas frequentes (FAQ)
Carbamazepina serve para quais tipos de crise? Principalmente crises parciais (focais) com ou sem generalização e crises tônico-clônicas. Não é indicada para crises de ausência.
Qual a diferença entre comprimido IR e CR? IR (liberação imediata) libera o fármaco mais rapidamente; CR (liberação controlada) promove liberação mais lenta e estável, o que pode reduzir picos de efeitos e permitir menos tomadas ao dia.
Posso beber álcool? Não é recomendado. O álcool potencializa tontura e sonolência e pode prejudicar o controle das crises.
Carbamazepina engorda? Alguns pacientes relatam alterações de peso, mas o efeito é variável. Mantenha hábitos saudáveis e converse com seu médico se notar mudanças importantes.
Interfere com anticoncepcional? Sim, pode reduzir a eficácia. Utilize método adicional não hormonal e consulte seu ginecologista.
Posso parar de tomar se estiver bem? Não interrompa sem orientação. A suspensão abrupta pode precipitar crises ou recaídas do humor.
Quanto tempo leva para fazer efeito? A resposta pode surgir em dias, mas o ajuste até a dose ótima leva semanas. Em mania, a melhora pode ser progressiva ao longo dos primeiros dias/semanas.
Preciso fazer exames periódicos? Sim, especialmente hemograma, função hepática e sódio, de acordo com orientação médica.
É segura para crianças? Pode ser usada em pediatria sob acompanhamento especializado, com doses calculadas por peso e preferência pela suspensão oral quando necessário.
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Nossos profissionais reforçam: o uso de Carbamazepine deve ser personalizado e acompanhado por médico, com atenção a interações e sinais de alerta. Para quem necessita de tratamento contínuo, programe suas compras para evitar falta do medicamento e mantenha uma comunicação ativa com a equipe de saúde. Em nossa farmácia online, você encontra diferentes apresentações, suporte confiável e entrega nacional para facilitar sua rotina terapêutica.
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